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Almanaque do Zé Carioca nº 11 - 1ª Série /Abril

Categoria:   REVISTAS EM QUADRINHOS, GIBIS E MANGAS > DISNEY > ALMANAQUE DO ZÉ CARIOCA 1ª Série /Editora Abril







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Almanaque do Zé Carioca nº 11 - 1ª Série /Abril


Almanaque do Zé Carioca - 1ª Série /Abril

 

Licenciador: Walt Disney
Categoria: Revista Periódica
Gênero: Infantil
Status: Título encerrado


Zé Carioca, apelido (alcunha em Português de Portugal) do papagaio José Carioca (nos Estados Unidos, também é chamado de Joe Carioca), é um personagem fictício desenvolvido no começo da década de 1940 pelos estúdios Walt Disney. Ele é retratado como o típico malandro carioca, sempre escapando dos problemas com o "jeitinho" característico. Sua primeira aparição foi no filme Saludos Amigos, como amigo do Pato Donald.

História

Zé Carioca foi criado pelo próprio Walt Disney dentro do Hotel Copacabana Palace. Impressionado com a técnica de J. Carlos, cartunista que desenhava as versões brasileiras de personagens da empresa na revista O Tico Tico, Disney o convidou para trabalhar em Hollywood, mas o convite foi recusado por J. Carlos. Segundo alguns jornalistas, Walt Disney criou e enviou o personagem José Carioca para Carlos, dizendo esta ser uma homenagem ao cartunista.Outros especulam que o papagaio foi inspirado no sambista Paulo da Portela, outros que foi inspirado no cavaquinista paulista, José do Patrocínio Oliveira, o Zezinho, que inclusive dublou o personagem no filme Saludo Amigos. Uso do guarda-chuva pode ter vindo do Dr. Jacarandá, um figura do folclore carioca da época.


Quadrinhos

Zé Carioca é pouco conhecido nos Estados Unidos, mas no Brasil ele possui revista em quadrinhos mensal, publicada pela Editora Abril. Os quadrinhos o retratam como o típico malandro carioca, sempre escapando dos problemas com o "jeitinho" característico.


No Brasil

No Brasil, o Zé Carioca chegou aos quadrinhos na revista O Globo Juvenil em meados da década de 1940.

Em julho de 1950, apareceu na capa do primeiro número da revista O Pato Donald, pelas mãos do artista argentino Luis Destuet. Em 1961, já mais bem estruturado em seu "universo", ganha uma publicação própria com a numeração iniciando no 479 e aproveitando os números ímpares da seqüência do Pato Donald, que permanecia com os números pares daí em diante.

A produção no Brasil de histórias para o Universo Disney envolveria outros personagens. A primeira história produzida no Brasil com o Zé recebeu o nome de "A Volta De Zé Carioca" publicada em O Pato Donald #165 (1955), cujos desenhos são atribuídos a Luis Destuet, a primeira história produzida por um artista brasileiro, Jorge Kato teve o mesmo título da história de 1955 e foi publicada em O Pato Donald #434 (1960). Ao contrário das tiras americanas, no início da série brasileira não havia diferenças entre a cidade em que o Zé morava e Patópolis, aparecendo com frequência os demais coadjuvantes das histórias do Donald, como seus sobrinhos, Tio PatinhasProfessor Pardal e o Gastão. É com o Gastão, aliás, que apareceu uma das mais famosas histórias dessa série "Zé Carioca contra o goleiro Gastão", desenhada por Jorge Kato e justamente presente na citada edição 479: o sortudo personagem era goleiro de um time de futebol que jogava contra o do Zé Carioca. Mesmo com Zé sendo um craque, ele não conseguia vencer o Gastão, que sempre fazia algum milagre para impedir o gol dos adversários. No Brasil, aliás, Gastão seria sempre "o sortudo", enquanto nas histórias de Carl Barks ele aparecia mais vezes como falastrão e preguiçoso e avesso ao trabalho, ou seja, bem parecido com a personalidade que Zé Carioca acabou adotando.

Quando Zé Carioca estreou nos quadrinhos do Brasil, o volume de histórias disponível não era suficiente para manter o título em banca. A Editora Abril para não cancelar a revista, passou a adaptar histórias do Mickey e do Pato Donald, com os desenhistas da Abril colocando Zé Carioca no lugar desses personagens, essas histórias foram apelidadas de "Zé Fraude". Por consequência, apareceram histórias onde Zé Carioca contracena com personagens fora do seu universo, mantidos da história original, como Pateta, parceiro de Mickey. Também por conta disso, surgiram Zico e Zeca, sobrinhos do Zé, e criados para ocuparem o lugar de Huguinho, Zezinho e Luizinho. Outra consequência foram as frequentes mudanças na personalidade de Zé Carioca, que se adaptava à história original de onde era copiada.

Finalmente a partir da década de 1970, a Editora Abril conseguiu estruturar um estúdio próprio destinado a produzir histórias para suprir o crescente número de publicações Disney que circulavam no país com enorme sucesso. O Zé Carioca começou a aparecer regularmente em sua revista, acompanhado de uma nova série de personagens coadjuvantes e vivendo situações ambientadas nas paisagens do Brasil, que o consolidaria como um personagem tipicamente brasileiro. Uma curiosidade dessa época, é a presença do mainá Amadeu, personagem criado para as histórias do Mickey Mouse e Pateta, mas que já havia sido usado em histórias do papagaio nos anos 60.

Entre as décadas de 70 e 90 ocorreu o auge da produção para o personagem no Brasil, com revistas contendo só histórias do personagem, e com aumento do número de páginas. Nessa época o Zé teve seu visual reformulado aos poucos, saindo do paletó, gravata, chapéu panamá e charuto (vício que seria abolido de vez de suas histórias, com licença para republicações de histórias clássicas) por uma camiseta, mais condizente com o clima do Rio de Janeiro, essa mudança ocorreu ainda nos anos 60.

Em 1971, estreia o quadrinista Renato Canini, na história O Leão Que Espirrava, escrito pelo próprio Canini, onde surge o primo Zé Paulista, logo em seguida, passa a ilustrar roteiros de Ivan SaidenbergJúlio de Andrade, entre outros.

Nesse período surge o herói Morcego Verde (inspirado no Morcego Vermelho) e a Agência de Detetives Moleza.

Canini desenhou o personagem até 1979, quando foi demitido pela Disney, por conta de traço mais pessoal e diferente do padrão da empresa, logo em seguida, continua roteirizando personagens Disney até meados da década de 1980, inclusive as do Zé Carioca.

O papagaio foi desenhando de camiseta até maio de 1983, a última história com esse visual foi "Pedrão, o pintor" (Zé Carioca #1645), já em em "Um Amor Correspondido" (Zé Carioca #1647), voltou a usar paletó e chapéu, o visual original durou até 1992, em janeiro desse ano (Zé Carioca #1924), Zé Carioca começou a aparecer com boné, camisas estampadas e tênis, inicialmente apenas em capas, após 10 edições, o visual passa a ser usado em histórias. Por causa da queda de vendas configurada em todo o comércio de quadrinhos a partir do final da década de 90, com especial ênfase no setor infantil, a Abril praticamente fechou suas redações da área Disney, demitindo artistas consagrados, passando a republicações e lançando apenas alguns especiais (como o aclamado "Zé Carioca no Descobrimento do Brasil", em virtude dos 500 anos da chegada de Cabral).

A última história inédita brasileira foi publicada em dezembro de 2001 intitulada "Só com Magia", do roteirista Rafles Ramos, em junho do mesmo ano, a editora havia publicado em Zé Carioca #2182, o arco de história em três partes "O Retorno dos Três Cavaleiros", produzida pelo americano Don Rosa. Depois disso alguma produção esporádica foram feitas para publicações especiais, em 2003, é publicada Nestor, O Destatuador no especial Zé Carioca 60 anos, roteirizada por Arthur Faria Jr. e desenhada por Eli Leon, em 2005, a editora três histórias inéditas: outro arco de história de Rosa: "Sete Cavaleiros (Menos Quatro) E Um Destino", publicada em Zé Carioca #2290, "O Amigo Do Presidente", história produzida na Holanda por Frank Jonker (roteiro) e José Colomer Fonts (desenhos), publicada na revista Almanaque Disney #367 e O Código da Trinta de Renato Canini, para o especial Mestres Disney #5 dedicada a obra do mesmo em Zé Carioca. Existem histórias inéditas do personagem nos arquivos da Editora Abril.

Em 2010, a Walt Disney Records lança o álbum Disney Adventures in Samba, onde temas de trilhas sonoras dos filmes da Disney foram vertidos para o ritmo brasileiro em gravações de artistas como Diogo Nogueira e Arlindo Cruz, na capa, de autoria de Moacir Rodrigues Soares para a revista Anos de Ouro do Zé Carioca #3 (1990), Zé Carioca ostenta o visual da década de 1940. Mesmo sem ter história inéditas, as capas da revista fizeram referências a eventos atuais, na capa da edição 2347 traz uma paródia ao poster do filme Lua Nova da série de filmes Crepúsculo, a edição 2348 mostra um goleiro com uma roupa idêntica ao uniforme do Homem-Aranha (personagem da Marvel Comics, empresa adquirida pela Disney em 2009) e a edição 2349 parodia o filme Avatar de James Cameron, todas as capas são de autoria de Aparecido Norberto, uma paródia Avatar também havia sido publicado na revista italiana Topolino, protagonizada pelo Indiana Pateta e assim como na capa brasileira, não correspondia a nenhuma história publicada na edição. Em 2012, a revista O Pato Donald #2407, publica uma outra história origem holandesa, protagonizada por Pato Donald e por Zé Carioca, Um Hóspede Que É Uma Mala de Frank Jonker (roteiros) e Bas Heymans (desenhos).

Em janeiro de 2013, a editora anunciou que iria publicar histórias inéditas nas revistas regulares, a primeira história "Um Crocodilo no Rio", escrita, desenhada e colorida por Fernando Ventura e arte-finalizada por José Wilson Magalhães será publicada na edição 2380 da revista Zé Carioca. Uma história inédita de Ventura já havia sido publicada no especial "Zé Carioca 70 Anos" volume 2, uma história inédita do especial foi escrita por Arthur Faria Júnior e ilustrada por Luiz Podavin. Para edição seguinte, a editora anunciou uma história produzida por Arthur Faria Júnior e Luiz Podavin. Ventura introduz nas histórias brasileiras a "Vovó Carioca", personagem criada em 2011 para os quadrinhos holandeses do personagem criados por Jan Kruse e Bas Heymans. Para homenagear os 40 anos do Morcego Vermelho, identidade de super-herói de Peninha, o herói aparece em duas histórias do Zé Carioca e sua versão super-heroica, o Morcego Verde, Duelo de Titãs, escrita por Carlos Edgard Herrero e Arthur Faria Jr., publicada em "Zé Carioca #2385" (agosto de 2013) e "Esse Herói É Muito Folgado!", publicada em "Zé Carioca #2389" (outubro de 2013), essa última, com roteiro apenas de Faria Jr., ambas desenhada pelo próprio Herrero, que desenhou a primeira história do Morcego Vermelho.

Em novembro de 2013, em virtude do falecimento do quadrinista Renato Canini, a editora publica duas histórias na edição 2391 do Zé Carioca: Kung Fu Papagaio de Lúcia de Nóbrega e A Fuga Muito Doida do Zé Carioca, idealizada pelo editor Paulo Maffia e escrita e desenhada pelo próprio Ventura, a história havia sido criada para ser desenhada pelo próprio Canini, para o especial Mestres Disney #5, porém, o próprio resolveu apresentar "O Código da Trinta" e "A Fuga Muito Doida do Zé Carioca" ficou guardada para um retorno da produção nacional, a história faz homenagem a trabalho do próprio Canini com o papagaio, a editora ainda aproveita a proximidade da Copa do Mundo do Brasil e república a história "Zé Carioca contra o goleiro Gastão", na segunda edição da revista "Abril na Copa".[27] Em abril de 2014, é lançado o álbum de figurinhas Copa Disney, com desenhos de Luiz Podavin, arte-final de José Wilson Magalhães, cores de Cris Alencar e textos do jornalista esportivo Celso Unzelte, no mês seguinte, o personagem aparece na revista especial "Gooool", a revista trazia histórias da Copa do Mundo por autores italianos, nelas, Zé Carioca encontra com Mickey, Pato Donald, Pateta, Peninha, Panchito, entre outros, ainda em maio, a editora publica a edição especial "Futebol 2014 #3- Zé Carioca e os Craques da Bola", com capa de Luiz Podavin, o especial trouxe republicações de histórias de futebol.

Almanaque do Zé Carioca

Além da revista própria, o papagaio possuía um almanaque. A primeira versão teve 21 edições, de maio de 1986 a fevereiro de 1995. Em dezembro de 2010, ganhou uma segunda versão, com periodicidade bimestral. Em maio de 2017, a revista foi cancelada para dar lugar ao retorno do Almanaque Disney.





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